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sábado, 12 de abril de 2014

Impossível não te amar, seco Limari, rio, mar! Onde um pingo d`água, verde colherá!



Não quero comparar e nem pensar! Pensar que São Paulo vive um processo de racionamento de água, lembrar o que vi no Vale do Limari!


Uma incrível rede de oito mil quilômetros de canais faz com que cada gota de água seja aproveitada e transformada em vida!


Vida capaz de criar vinhos como o Maycas Del Limari – Reserva – Sauvignon Blanc.



Degustar um vinho, lembrando do solo onde suas videiras foram plantadas, do sol que maturou suas vinhas e dos homens que o transformaram na bebida de Dionísio, é como beber poesia viva!


Quando quiser saber o que é um Terroir, Limari te responderá!




Os vinhos do Vale do Limari são assim! Minerais, acidez cortante, frutas insinuantes... Fortes e com personalidade capazes de harmonizar com comidas de extrema salinidade e amargor!


A Sauvignon Blanc, mãe, talvez pai, da Cabernet Sauvignon, é uma cepa branca de muita personalidade capaz de arrancar suspiros de amor mundo à fora, assim como caretas de muitos que não conseguem entender seus aromas e, principalmente, sua acidez cortante, salina, mineral e herbácea! Conheço pessoas que juram ter sentido xixi de gato na boca! Eu não sei e não quero saber nada sobre xixi de felinos! É preciso ter personalidade para lhe degustar, Sauvignon Blanc, não rainha, mas Guerreira Branca!


A Nova Zelândia produz os exemplares mais famosos e premiados do Mundo, superando os Franceses!

Mas, independentemente da minha origem Sul Americana, prefiro os vinhos do Leyda e, principalmente, do Limari!

Futuramente, escreverei sobre o Vale do Leyda, onde também vivenciei experiências fantásticas degustando excelentes Sauvignon Blancs, Chadonnays e Rieslings...

Adelante....