Não quero comparar e nem pensar! Pensar que São Paulo vive
um processo de racionamento de água, lembrar o que vi no Vale do Limari!
Uma incrível rede de oito mil quilômetros de canais faz com
que cada gota de água seja aproveitada e transformada em vida!
Vida capaz de criar vinhos como o Maycas Del Limari –
Reserva – Sauvignon Blanc.
Degustar um vinho, lembrando do solo onde suas videiras
foram plantadas, do sol que maturou suas vinhas e dos homens que o
transformaram na bebida de Dionísio, é como beber poesia viva!
Quando quiser saber o que é um Terroir, Limari te
responderá!
Os vinhos do Vale do Limari são assim! Minerais, acidez
cortante, frutas insinuantes... Fortes e com personalidade capazes de
harmonizar com comidas de extrema salinidade e amargor!
A Sauvignon Blanc, mãe, talvez pai, da Cabernet Sauvignon, é
uma cepa branca de muita personalidade capaz de arrancar suspiros de amor mundo
à fora, assim como caretas de muitos que não conseguem entender seus aromas e,
principalmente, sua acidez cortante, salina, mineral e herbácea! Conheço pessoas
que juram ter sentido xixi de gato na boca! Eu não sei e não quero saber nada
sobre xixi de felinos! É preciso ter personalidade para lhe degustar, Sauvignon Blanc, não rainha, mas Guerreira Branca!
A Nova Zelândia produz os exemplares mais famosos e
premiados do Mundo, superando os Franceses!
Mas, independentemente da minha origem Sul Americana,
prefiro os vinhos do Leyda e, principalmente, do Limari!
Futuramente, escreverei sobre o Vale do Leyda, onde também
vivenciei experiências fantásticas degustando excelentes Sauvignon Blancs,
Chadonnays e Rieslings...
Adelante....